|
|
|
| 01/04/2008 |
 |
|
| La Ravardière e a França Equinocial |
| Editora Topbooks, 231 PÁGINAS. R$ 34,90. |
| Vasco Mariz e Lucien Provençal |
 |
(www.topbooks.com.br)
A viagem começou tormentosa, e consumiu 116 dias até a chegada dos franceses comandados por Daniel de la Touche, senhor de La Ravardière, ao Maranhão, em 1612. Sua missão era consolidar a presença francesa, verificada desde o século XVI, o que levou à fundação da colônia e do Forte de Saint-Louis – homenagem a Luís XIII. O projeto da França Equinocial, semelhante ao da França Antártica, refletia as guerras de religião e a turbulência entre católicos e protestantes na França, no contexto da Reforma. Este é um dos pontos altos da narrativa. Quer dizer, o episódio clássico da História do Brasil tem forte ligação com a conjuntura européia. Assim, o fato de La Ravardière (um protestante) liderar uma expedição em que a regente Maria de Médicis recomendara a “predominância” dos católicos é uma alternativa mais instigante para a análise do projeto colonizador francês do que a versão consagrada da resistência comandada por Jerônimo de Albuquerque. (por Fabiano Vilaça)
|
|
|
 |
Versão para impressão
| Envie esta matéria para um amigo |
 |
| |
|
|
|
|
|